Lucas 2

27/02/2013

O presidente do mundo da época, Augusto César Obama, inventou o tal do censo por alistamento. Ao invés de contar todas as pessoas, cada pai de família deveria ir até a cidade onde nasceu e registrar quantas pessoas sua família tinha.

Como José tinha nascido em Belém, foi pra lá com Maria, que estava grávida e com um barrigão enorme. Acabou não conseguindo esperar pra fazer o parto quando voltasse, tendo então Jesus nascido ali mesmo. Seu primeiro filho que, por falta de lugar na parte mais aconchegante da casa, nasceu no cocho onde os animais comiam, tendo sido depois enrolado com os panos que tinham por ali.

Alguns criadores de ovelhas que estavam no pasto durante a noite, levaram um baita susto quando um anjo apareceu brilhando feito um monte de luzinhas de led de celular Nokia. E disse: “Calma galera! Vim dar a melhor notícia que alguém poderia receber! Nasceu agorinha ali em Belém um menino que é o salvador do mundo e Senhor de tudo! Bora lá praquele lado e vocês verão tudo que eu estou contando! Ele nasceu num cocho!”.

No céu também viam milhares de anjos guerreiros gritando de alegria e dizendo; “O Deus dos céus enviou sua paz para a terra, pra ajudar todos os homens!”.

Tendo os criadores de ovelhas corrido pra confirmar a história, chegaram em Belém e viram a Maria, José e o menino salvador do mundo deitado só “de boa”. Contaram o que ouviram dos anjos, e Maria guardava essas coisas num cantinho especial de seu coração.

Depois de oito dias fizeram a cerimônia de operar a fimose do menino (que era obrigatória para os judeus). E confirmaram que seu nome seria Jesus mesmo. Depois de terminado o serviço e tendo esperado o prazo que a lei mandava, o levaram pro Templo conforme a tradição dizia.

Foram ao Templo pra dar uma oferta e pra confirmarem o que a lei dizia sobre os primeiros filhos serem sempre consagrados a Deus.

Havia um velho chamado Simeão que era cheio das intimidades com Deus. E dizia ele que Deus havia lhe dito que ele não iria morrer sem antes ver o salvador do mundo. Pois quando José e Maria levaram Jesus ao templo, ele correu e pegou o menino no colo. E chorava enquanto dizia: “Pode me matar agora Senhor, por que eu já vi a sua salvação! Eu vi a luz que vai iluminar todo o mundo!”. E os pais do menino ficaram assustados com isso tudo. Parecia até pegadinha do Sílvio Santos.

Simão abençoou o menino e explicou a Maria que Jesus seria um cara polêmico.

Andaram mais um pouco e deram de cara com uma velhinha chamada Ana, Ela também era daquelas cheias de intimidade com Deus e repetiu praticamente todo o discurso de Simeão.

Antes que aparecessem mais velhos, voltaram pra Galiléia, pra cidade de Nazaré. E Jesus foi crescendo, fortão principalmente nas coisas do espírito. E dava pra sacar que a graça de Deus tava nele, por que sua sabedoria era impressionante.

Quando Jesus tinha 12 anos, foi junto com seus pais na festa da Páscoa na capital. Acabou que foi ficando entre os amigos da família e vindo embora, Jesus ficou pra trás. Quando sua família percebeu, ficou doida. Saíram perguntando entre os amigos e conhecidos, até que perceberam que realmente o tinham esquecido pra trás. Voltando pra capital, três dias depois, encontraram Jesus no templo, sentado no meio dos cabeções religiosos, fazendo altas perguntas profundas e prestando atenção no que diziam. Os religiosos ficaram impressionados com aquilo tudo.

Como toda mãe no mundo faria, Maria já chegou catando Jesus pela orelha e perguntando por que Jesus tinha dado o perdido em si mesmo. E Ele respondeu: “Pô mãe, tava aqui o tempo todo, cuidando dos assuntos do meu Pai”. Maria até engoliu seco e ficou meio sem entender.
Foram então todos embora pra casa e Jesus era um garoto obediente. Maria continuava a guardar com carinho no seu coração essas coisas esquisitas que via e ouvia sobre seu filho.

Jesus foi espichando e se tornando cada vez mais sábio e visivelmente abençoado.

Ariovaldo Jr - contato@bibliafreestyle.com.br

COMPARTILHE: