Atos 21

12/04/2013

Saindo de lá passamos por Cós, Rodes e Pátara antes de chegarmos ao navio que nos levaria pros lados da Fenícia. O navio parou na Síria pra descarregar, e acabou sendo oportuno parar lá por uma semana. Paulo entendeu pelo Espírito Santo que não deveria ir pra Jerusalém ainda.

Depois de alguns dias bem legais ali, o povo nos acompanhou com suas famílias até a praia, onde oramos todos juntos. Então continuamos a navegação até que chegamos a Ptolemaida, onde ficamos mais um dia. Em seguida fomos pra Cesaréia na casa do evangelista Filipe. Ele tinha quatro filhas moças que profetizavam sinistramente.

Depois de vários dias naquele lugar, apareceu um profeta que veio da judéia chamado Ágabo, que pegou o cinto de Paulo e amarrou seus próprios pés e mãos. E disse: "O Espírito Santo tá avisando que é assim qe você vai ser amarrado. E vai ser entregue na mão dos pagãos".

Todo mundo implorou pra Paulo não ir pra Jerusalém, mas ele nos constrangeu dizendo que essa baitolice só o fazia ficar triste. Ele afirmava que tava pronto pra ser preso e até morto por causa de Jesus. Como ninguém conseguiu convencê-lo a mudar de ideia, por fim tivemos que aceitar a vontade de Deus.

Malas prontas, fomos pra Jerusalém. Fomos nós e mais uns trutas de Cesaréia que iriam providenciar hospedagem. A galera da Igreja em Jerusalém recebeu todo mundo na maior alegria. E logo no dia seguinte já rolou um churrasco nervoso onde Paulo pode contar detalhadamente tudo que Deus tinha feito no meio dos pagãos.

Mais uma vez rolou treta com relação àqueles lances de ficar obedecendo as coisas da Lei. E diziam os judeus que o povo na cidade tava dizendo que Paulo ensinava os judeus que moravam fora da Capital a não guardarem a Lei. Na verdade ele ensinava mesmo, mas pra não arrumar confusão, recomendaram que eles raspassem a cabeça e fizessem um voto segundo a Lei pra tapar a boca das pessoas.

Paulo e os outros então foram no Templo pra "santificar-se" segundo o costume. E deu as ofertas e blablabla. Que saco ter que fazer coisas que não tem poder algum pra amenizar a fúria religiosa alheia, né?

Quando a semana de "purificação" tava pra terminar, os judeus da Ásia apareceram e começaram a fazer uma muvuca com o povo. Diziam que Paulo tava ensinando coisas contrarias à Lei e que ele tava colocando pagãos no templo. E a cidade pegou fogo com essas fofocas. Por fim jogaram Paulo fora do templo e trancaram a porta.

Na verdade queriam matar Paulo, mas um político local ficou sabendo da confusão e levou um monte de soldados pra lá. E prenderam Paulo. Quando perguntavam pro povo o que ele tinha feito, cada um gritava uma coisa diferente e por fim ninguém entendia era nada. Então levaram ele pro Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Jerusalém I. E a fúria do povo era tanta que precisaram de soldados pra conseguir passar pelas escadaria na entrada. O povão gritava: "MATAAAAAAAAAAAAA!".

Quando iam jogar Paulo na cela, ele virou ao juiz e disse: "Por acaso eu tenho direito de dizer alguma coisa?". E o juiz respondeu: "Por acaso você fala grego? Tô achando que você é aquele egípcio que outro dia juntou quatro mil bandidos no deserto!".

Aí Paulo respondeu: "Ô otoridade! Fique sabendo que eu sou judeu da cidade de Tarso, que não é pouca bosta na Cilícia não!". E tendo então permissão pra falar, ficou em pé na escadaria, pediu silêncio aou povo e falou no idioma local a todos.

Quer saber o que ele falou? Não perca o próximo capítulo!

Ariovaldo Jr - contato@bibliafreestyle.com.br

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